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PROGRAMA VARIEDADES DO RUBA

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CASA LOTÉRICA DE JAGUARÃO FONE 3261-5959

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Fim de Papo com Benito Di Paula em Jaguarão/RS

Fim de Papo com Benito Di Paula em Jaguarão/RS
Benito Di Paula chega à Jaguarão, dia 20/05 no Theatro Esperança, para uma apresentação emocionante em homenagem ao Dia das Mães, com a participação do filho Rodrigo Vellozo. Ele deixa em seu legado, mais de 35 discos gravados com mais de 45 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e um arsenal de músicas que já foram regravadas por diversos cantores. Entre seus maiores sucessos destacam-se "Charlie Brown", "Mulher Brasileira", "Retalhos de Cetim", "Do Jeito Que A Vida Quer", "Ah, Como Eu Amei", entre outros. 🎫VALOR DOS INGRESSOS* Inteira: R$160,00 Meia-entrada : R$80,00 Ingresso solidário: R$ 100,00* (*Deverá ser entregue na hora do evento 1 litro de leite que será doado para a Santa casa ) 📍 PONTO DE VENDA Jaguarão: Tabacaria Prietsch Av. 27 de Janeiro, 609 | 53 3261-2781 **Os valores podem ser alterados sem aviso prévio. Apoio: Secult Jaguarão/RS Prefeitura de Jaguarão

Reunião: Hospital de Caridade de Canguçu não fechará mais as portas

A possibilidade de fechamento das portas do Hospital de Caridade de Canguçu foi descartada pela direção da instituição, após o governo estadual confirmar o repasse de R$ 300 mil à unidade hospitalar. A informação foi dada pelo diretor do departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial do Estado, Alexandre Paulo Machado de Britto, em reunião realizada na manhã desta sexta-feira(8), em Pelotas. O encontro uniu lideranças políticas de toda a Zona Sul em apoio a situação enfrentada pelos hospitais de Canguçu e Rio Grande, que também recebeu recursos. Mesmo assim, muitos aproveitaram para deixar clara a insatisfação dos municípios com os atrasos no repasse de incentivos pelo Estado.

Essa é a realidade enfrentada pela maioria das cidades gaúchas desde o ano passado. No caso de Canguçu, os R$ 300 mil prometidos - até a tarde de ontem ainda não haviam sido depositados na conta da entidade - devem ajudar a quitar parte da folha de pagamento de dezembro, orçada em R$ 320 mil. A direção do hospital espera ainda a transferência de outros R$ 700 mil até o fim de janeiro, possibilidade sinalizada pelo Estado em conversas realizadas nesta semana. Conforme a administradora do Hospital de Caridade, Raquel Canez, apesar de insuficiente o dinheiro vai ajudar a casa de saúde a manter os serviços à população, mesmo que reduzidos.

Hoje, 85% dos atendimentos realizados no local são pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Devido à falta de recursos, essa porcentagem deve ser reduzida para 60%, abrindo espaço para particulares e convênios. Mensalmente a instituição canguçuense atende, em média, 400 pessoas sem incluir os atendimentos ambulatoriais. Só em dezembro, o Hospital fechou o mês com uma dívida de R$ 2,2 milhões, valor muito superior aos pouco mais de R$ 1,7 milhão que deveriam ser repassados pela União (SUS), Estado e município. “A comunidade e a prefeitura ajudam bastante a instituição, mas ainda é insuficiente devido aos atrasos nos pagamentos”, afirma Raquel.

Segundo ela, quase sempre o Hospital não recebe integralmente os R$ 850 mil mensais contratualizados com o governo federal ou os R$ 700 mil do Estado em decorrência de descontos por serviços não realizados ou empréstimos consignados debitados diretamente nessas parcelas, cenário agravado pelo atraso nos pagamentos dos incentivos estaduais. “Em dezembro o Estado pagou só R$ 410 mil e em novembro foram R$ 54 mil. Sabemos que há os empréstimos e esses descontos são justos, mas ainda há parcelas de outros anos que não foram pagas.”

O Hospital de Caridade é referência regional e o maior de Canguçu. A crise fez a prefeitura decretar em dezembro estado de calamidade hospitalar no município. Uma reunião seria realizada entre sexta e sábado para determinar o futuro do local e os serviços a serem mantidos pela instituição. Por enquanto, apenas os casos de urgência e emergência estão garantidos. Não está descartada a possibilidade de uma reestruturação no sistema de gestão da unidade. Todas as decisões tomadas pela equipe diretiva e clínica devem ser apresentadas em assembleia marcada para a esta segunda-feira no Hospital.

Rio Grande
A Santa Casa de Misericórdia do Rio Grande confirmou o recebimento dos R$ 4 milhões prometidos pelo Estado, durante reunião entre o prefeito Alexandre Lindenmayer (PT) - atual presidente da associação mantenedora do hospital - e o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis. O repasse será usado para pagar a folha salarial de novembro e o complemento do 13º dos funcionários. Porém, não é suficiente para quitar os salários de dezembro, cujo pagamento era esperado ontem pelos funcionários. Desde terça-feira, 70% dos trabalhadores da Santa Casa rio-grandina estão em greve devido aos atrasos nos pagamentos.

Assim que o hospital começou a pagar os funcionários, muitos voltaram a trabalhar. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Rio Grande (Sindisaúde), Rogério Britto, a tendência é de que o serviço seja normalizado em breve. Em paralelo, ficou decidida a criação de um grupo de trabalho responsável por avaliar a produtividade da entidade. A ideia é buscar - dentro de 90 dias - alternativas viáveis para a manutenção da instituição, modelo que poderá ser replicado em outros locais. A equipe será formada por representantes do Ministério Público, do Conselho Municipal de Saúde, da Comissão de Saúde da Câmara Municipal e outros.

Diário Popular